Como a Ricota já disse pra vocês, eu faço um estilo natureba... pelo menos, na maior parte do tempo rsrsrs... Então, arroz integral e quinoa são coisas comuns na minha geladeira. O problema é que esse tipo de comida rende muito e eu errei na mão... Tinha arroz com quinoa para para um família de 10 pessoas essa semana.. Comi até onde deu! Sobrou um restinho que não queria jogar fora (o preço da arroz integral e da quinoa está pela hora da morte!!!!) e o jeito foi inventar uma receita que usasse as sobras.
Torta de arroz integral, quinoa e iogurte
2 xícaras (chá) de arroz integral com quinoa cozidos (eu tinha feito os dois juntos, mas dá para usar só arroz integral que também dá certo)
1 ovo
1 clara
1 copo de iogurte natural
1 col. (sopa) de fermento químico
temperos e sal a gosto (eu usei alho desidratado, orégano e sal)
Recheio a gosto (eu fiz com atum em lata defumado, azeitona e requeijão light)
Preparo (gente, é muito difícil, se preparem):
Bata todos os ingredientes da massa no liquidificador, coloque em uma forma untada e enfarinhada com farinha de milho. Jogue o recheio por cima da massa - o requeijão, eu distribuí, às colheradas, pela massa (ficou lindo). Leve ao forno pré-aquecido à 180ºC por aproximadamente 20 minutos ou até dourar.
terça-feira, 30 de julho de 2013
domingo, 28 de julho de 2013
Irmã no Marmita!
Hoje tem novidade aqui no Marmita! A partir de agora contaremos com a presença de uma colunista convidada. Vocês já ouviram falar dela por aqui... lembram-se da irmã que não come carne? Pois é, é ela, vulgo, a Irmã!
A abordagem dela é um pouco diferente da minha, umas coisinhas mais naturebas, lights... segundo ela, isso se chama "fit food"... É o que dizem! rsrsrs...
Ela promete trazer pratos saborosos, visando o bom e velho 'projeto bumbum dourado" de todo verão!
Seja bem vinda, Bli!!!
Ricota e Irmã!
domingo, 30 de junho de 2013
"Por que ler os clássicos?" - Cachorro-quente
Eu sei que tem gente que vai achar que eu sou maluca por chamar cachorro-quente de clássico... Calma, não precisa me bater! Rs...
Sério, você conhece alguém que não goste de cachorro quente? Não estou dizendo alguém que não coma (ain, farinha branca... salsicha tem conservante... mimimi... rsrsrsrs), estou falando de alguém que efetivamente não goste. Eu não conheço ninguém!
E vamos combinar que é um super coringa! Quem nunca transformou o restinho do cachorro-quente em molho para o macarrão? Quem?
Por todos estes motivos, eu digo e repito, sem medo de apanhar (tá, só um pouquinho... rs): Cachorro-quente é CLÁSSICO!
Cachorro-quente
1 cebola picada
1 col. (sopa) de alho picado (mais ou menos 4 dentes)
1 lata de polpa de tomate
10 salsichas
óleo
água
sal
orégano
pimenta-do-reino
manjericão e páprica defumada (opcionais)
Preparo:
Em uma panela, aqueça um fio de óleo e refogue a cebola e o alho. Quando começarem a dourar, junte um pouco de água (meia xícara, mais ou menos) e a polpa de tomate. Tempere com o sal, a pimenta, e o orégano (se for usar o manjericão e a páprica, essa é a hora!). Junte as salsichas (eu gosto de escaldá-las antes, mas isso fica a seu critério) e deixe ferver por uns 5 minutos.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Menos cena e mais ação
Tenho evitado comentar sobre as manifestações dos últimos dias por vários motivos. Primeiro porque não pretendia e nem pretendo comparecer às mesmas. Que me desculpem os politizados, mas eu tenho medo de me machucar. Tomar um tiro de bala de borracha ou ficar intoxicada pelo gás lacrimogênio não estão nos meus planos. Temo pela minha integridade física e pretendo defendê-la, dentro dos limites legais, é claro.
Além disso, não tenho tido tempo para me informar, de forma consistente, sobre as motivações do movimento. Sendo assim, não me sinto no direito de discutir o assunto e cedo a palavra a quem sabe o que diz.
Contudo, o radicalismo de alguns discursos e atitudes tem me deixado negativamente surpresa.
Não, o Estado não pode, através da polícia, atacar violentamente os manifestantes, especialmente aqueles que estão apenas exercendo o seu direito de expressão e reivindicação. Não estamos em um filme de ação, onde você mata o inimigo e, ok, ossos do ofício... Isso aqui ainda é um Estado democrático, lembra?
Por isso mesmo TODOS têm o direito de manifestar as suas ideias. E no TODOS estão incluídos os partidos políticos e - surpresa! - aqueles que pensam diferente de você! Vamos parar com essa mania de considerar errado, alienado ou coisa ainda pior quem tem opiniões diferentes das suas. Vamos largar o Complexo de Narciso, pode ser?
Vale lembrar também que destruição do patrimônio, seja ele público ou privado, não resolve o problema, e ainda cria outros mais sérios. Alguma dúvida de que isso está contribuindo para o enfraquecimento do movimento? Alguma dúvida de que os mesmos políticos que estão sendo criticados irão usar isso a seu favor lá na frente?
É preciso aproveitar esse momento para pensar nos diversos aspectos da sociedade brasileira que nos trouxeram até aqui. A crônica falta de respeito e de senso de coletividade, a relação utilitarista com a política e com o mundo... Ao invés de simplesmente sairmos às ruas com belos e criativos cartazes, é imperativo que busquemos, em todos os aspectos, a mudança. Menos oba-oba e mais comprometimento. Menos hipocrisia e mais compromisso. Menos cena e mais ação.
Além disso, não tenho tido tempo para me informar, de forma consistente, sobre as motivações do movimento. Sendo assim, não me sinto no direito de discutir o assunto e cedo a palavra a quem sabe o que diz.
Contudo, o radicalismo de alguns discursos e atitudes tem me deixado negativamente surpresa.
Não, o Estado não pode, através da polícia, atacar violentamente os manifestantes, especialmente aqueles que estão apenas exercendo o seu direito de expressão e reivindicação. Não estamos em um filme de ação, onde você mata o inimigo e, ok, ossos do ofício... Isso aqui ainda é um Estado democrático, lembra?
Por isso mesmo TODOS têm o direito de manifestar as suas ideias. E no TODOS estão incluídos os partidos políticos e - surpresa! - aqueles que pensam diferente de você! Vamos parar com essa mania de considerar errado, alienado ou coisa ainda pior quem tem opiniões diferentes das suas. Vamos largar o Complexo de Narciso, pode ser?
Vale lembrar também que destruição do patrimônio, seja ele público ou privado, não resolve o problema, e ainda cria outros mais sérios. Alguma dúvida de que isso está contribuindo para o enfraquecimento do movimento? Alguma dúvida de que os mesmos políticos que estão sendo criticados irão usar isso a seu favor lá na frente?
É preciso aproveitar esse momento para pensar nos diversos aspectos da sociedade brasileira que nos trouxeram até aqui. A crônica falta de respeito e de senso de coletividade, a relação utilitarista com a política e com o mundo... Ao invés de simplesmente sairmos às ruas com belos e criativos cartazes, é imperativo que busquemos, em todos os aspectos, a mudança. Menos oba-oba e mais comprometimento. Menos hipocrisia e mais compromisso. Menos cena e mais ação.
sábado, 25 de maio de 2013
A louca da horta! - Caracóis de queijo e pesto
Fui praticamente obrigada pela minha mente insana a fazer esse pãozinho. Isso porque, durante semanas, sempre que eu olhava para a minha mini-horta e seu manjericão gigantesco, só conseguia pensar em uma espécie de "cinamon roll" salgado, feito com pesto e queijo. Hummm... Só de imaginar já me dava água na boca!
O resultado justificou a espera: trata-se de uma massa leve, com um recheio que não se perde no meio do pão, e que te permite sentir o sabor de todos os ingredientes... enfim, bom por demais!
Caracóis de queijo e pesto
(fonte: ligeiramente modificada de Revista Claudia Comida e Bebida)
1 envelope de fermento biológico seco
2/3 de xícara de leite morno
4 colheres de sopa de óleo
2 xícaras de farinha de trigo
Molho pesto (suficiente para cobrir toda a superfície da massa)
2 xícaras de queijo meia-cura picado
Preparo: Em uma tigela, dissolva o fermento no leite, junte o óleo e misture bem. Adicione a farinha e misture até obter uma massa homogênea. em uma superfície polvilhada com farinha, sove até que fique lisa e elástica. deixe crescer em uma tigela untada com óleo, coberta com um pano, até dobrar de volume. Volte a massa para superfície enfarinhada e abra com um rolo. Espalhe o recheio por cima da massa (primeiro o molho e depois o queijo), enrole e corte em fatias grossas. Em uma assadeira untada com óleo, disponha as fatias e leve ao forno médio
preaquecido até dourar.
O resultado justificou a espera: trata-se de uma massa leve, com um recheio que não se perde no meio do pão, e que te permite sentir o sabor de todos os ingredientes... enfim, bom por demais!
Caracóis de queijo e pesto
(fonte: ligeiramente modificada de Revista Claudia Comida e Bebida)
1 envelope de fermento biológico seco
2/3 de xícara de leite morno
4 colheres de sopa de óleo
2 xícaras de farinha de trigo
Molho pesto (suficiente para cobrir toda a superfície da massa)
2 xícaras de queijo meia-cura picado
Preparo: Em uma tigela, dissolva o fermento no leite, junte o óleo e misture bem. Adicione a farinha e misture até obter uma massa homogênea. em uma superfície polvilhada com farinha, sove até que fique lisa e elástica. deixe crescer em uma tigela untada com óleo, coberta com um pano, até dobrar de volume. Volte a massa para superfície enfarinhada e abra com um rolo. Espalhe o recheio por cima da massa (primeiro o molho e depois o queijo), enrole e corte em fatias grossas. Em uma assadeira untada com óleo, disponha as fatias e leve ao forno médio
preaquecido até dourar.
domingo, 14 de abril de 2013
Bem-casadão
Um dia desses, entre um pacote de provas e um projeto de mestrado (vida de Isaura é assim, meu povo! rs), assisti um pedaço de um programa da Vovó Palms (AKA Palmirinha... rs) no qual ela fez uma receita de torta de bem-casado bem parecida com essa. Gente, pão-de-ló + doce de leite + açúcar de confeiteiro... Lógico que aquele bem-casado gigante ficou na minha cabeça!
Então, na sexta-feira santa, eu tomei coragem para fazer o meu primeiro bolo recheado - Iei! Para a minha surpresa, foi bem mais fácil do que eu imaginava e deu certo mesmo com o meu forno, completamente desregulado, tentando me sabotar.
Torta de Bem-Casado
Para o pão-de-ló:
(Fonte: Revista "Jamie: o chefe sem mistérios", nº 1)
225g de manteiga sem sal cortada em cubinhos, em temperatura ambiente, mais um pouco para untar
225g de açúcar
1 colher (chá) de essência de baunilha (usei extrato de baunilha)
4 ovos batidos
225g de farinha com fermento peneirada (usei farinha de trigo comum + 1 colher (chá) de fermento químico)
1 colher (sopa) de fermento em pó
1/4 de colher (chá) de sal
1 pouquinho de leite (usei desnatado)
Açúcar de confeiteiro para decorar
Preparo:
1. Preaqueça o forno a 180ºC. Unte, enfarinhe e forre com papel-manteiga a base de suas formas redondas com 20 cm de diâmetro. Bata a manteiga e o açúcar em um bowl grande até a mistura ficar bem clara e fofa. Junte a essência de baunilha e misture bem.
2. Vá juntando os ovos batidos à manteiga com açúcar, de maneira gradual. Coloque a farinha, o fermento em pó e o sal, mexendo com um colher grande de metal para incorporar s ingredientes (não bata demais).
3. Junte um pouquinho de leite para soltar a mistura e depois divida-a em partes iguais nas duas assadeiras. Assem no forno por 22-25 minutos, até os bolos dourarem e ficarem totalmente assados (para testar, enfie um palito no meio do bolo; está pronto quando o palito sai limpo). Deixe esfriando na assadeira durante 5 minutos e desenforme em cima de uma grade de confeiteiro para esfriar completamente.
Recheio:
2 latas de leite condensado
Preparo:
1. Retire os rótulos das latas e leve para cozinhar em uma panela de pressão com água suficiente para cobrir completamente as latas (se a sua panela for pequena, cozinhe uma de cada vez), por 30 minutos, contados após a fervura.
2. Deixe as latas esfriarem completamente antes de abri-las.
Montagem:
1. Regue os dois bolos com leite ou uma caldinha feita com açúcar, cravo e canela. Espalhe o doce de leite sobre um dos bolos e cubra com o outro.
2. Polvilhe com açúcar de confeiteiro.
(Obs.: Não, eu não estou maluca e confundi o Jaimie Oliver com a Palmirinha! rs... Do Programa da Palmirinha eu peguei só a ideia porque estava com muita preguiça de pesquisar a receita na internet, e a receita de pão-de-ló que eu tinha mais à mão era da revista nova do Jamie.)
Torta de Bem-Casado
Para o pão-de-ló:
(Fonte: Revista "Jamie: o chefe sem mistérios", nº 1)
225g de manteiga sem sal cortada em cubinhos, em temperatura ambiente, mais um pouco para untar
225g de açúcar
1 colher (chá) de essência de baunilha (usei extrato de baunilha)
4 ovos batidos
225g de farinha com fermento peneirada (usei farinha de trigo comum + 1 colher (chá) de fermento químico)
1 colher (sopa) de fermento em pó
1/4 de colher (chá) de sal
1 pouquinho de leite (usei desnatado)
Açúcar de confeiteiro para decorar
Preparo:
1. Preaqueça o forno a 180ºC. Unte, enfarinhe e forre com papel-manteiga a base de suas formas redondas com 20 cm de diâmetro. Bata a manteiga e o açúcar em um bowl grande até a mistura ficar bem clara e fofa. Junte a essência de baunilha e misture bem.
2. Vá juntando os ovos batidos à manteiga com açúcar, de maneira gradual. Coloque a farinha, o fermento em pó e o sal, mexendo com um colher grande de metal para incorporar s ingredientes (não bata demais).
3. Junte um pouquinho de leite para soltar a mistura e depois divida-a em partes iguais nas duas assadeiras. Assem no forno por 22-25 minutos, até os bolos dourarem e ficarem totalmente assados (para testar, enfie um palito no meio do bolo; está pronto quando o palito sai limpo). Deixe esfriando na assadeira durante 5 minutos e desenforme em cima de uma grade de confeiteiro para esfriar completamente.
Recheio:
2 latas de leite condensado
Preparo:
1. Retire os rótulos das latas e leve para cozinhar em uma panela de pressão com água suficiente para cobrir completamente as latas (se a sua panela for pequena, cozinhe uma de cada vez), por 30 minutos, contados após a fervura.
2. Deixe as latas esfriarem completamente antes de abri-las.
Montagem:
1. Regue os dois bolos com leite ou uma caldinha feita com açúcar, cravo e canela. Espalhe o doce de leite sobre um dos bolos e cubra com o outro.
2. Polvilhe com açúcar de confeiteiro.
(Obs.: Não, eu não estou maluca e confundi o Jaimie Oliver com a Palmirinha! rs... Do Programa da Palmirinha eu peguei só a ideia porque estava com muita preguiça de pesquisar a receita na internet, e a receita de pão-de-ló que eu tinha mais à mão era da revista nova do Jamie.)
terça-feira, 19 de março de 2013
Mouse Fever: Peixe com batatas
Oi gente!
estou passando aqui para deixar uma receita leve e bem rapidinha, perfeita para aqueles dias que você que uma coisinha diferente, mas que não desperte os impulsos homicidas da nutricionista... rsrsrsrsrs
Fiz assim: Refoguei, em um fio de azeite, meia cebola picada e uns 2 dentes de alho amassados até dourar. Depois juntei um tomate sem sementes e um pouquinho de pimentão picados e temperei com manjericão, sal e páprica defumada. Acrescentei um pouco de água, juntei um filé de pescada temperado com sal e pimenta cortado em tiras e 4 batatas bolinha cortadas. Tampei e deixei cozinhando em fogo baixo até a batata ficar macia.
(Relevem a qualidade da foto, gente... Com a fome que eu estava, temos sorte de eu ter lembrado de fotografar antes de comer... rsrsrs)
estou passando aqui para deixar uma receita leve e bem rapidinha, perfeita para aqueles dias que você que uma coisinha diferente, mas que não desperte os impulsos homicidas da nutricionista... rsrsrsrsrs
Fiz assim: Refoguei, em um fio de azeite, meia cebola picada e uns 2 dentes de alho amassados até dourar. Depois juntei um tomate sem sementes e um pouquinho de pimentão picados e temperei com manjericão, sal e páprica defumada. Acrescentei um pouco de água, juntei um filé de pescada temperado com sal e pimenta cortado em tiras e 4 batatas bolinha cortadas. Tampei e deixei cozinhando em fogo baixo até a batata ficar macia.
(Relevem a qualidade da foto, gente... Com a fome que eu estava, temos sorte de eu ter lembrado de fotografar antes de comer... rsrsrs)
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